Luana Clara – A Lei Áurea foi assinada há 120 anos, e o negro continua escravizado até os dias atuais: recebendo salários mais baixos que a média do mercado, com acesso limitado à ensino de qualidade, baixíssima qualidade de vida e tendo suas expressões culturais usurpadas.

 

Mas, felizmente não assistimos a isso de braços cruzados. Cada vez mais nós, negros, reivindicamos a dívida histórica que o Brasil tem conosco e lutamos para que se mantenham vivas as expressões de origem africana. Duas provas disso são as cotas nas universidades públicas e a titulação do samba carioca como patrimônio cultural brasileiro. 

Nos próximos 120 não podemos esquecer que: “quanto mais forte for a memória, mais organizado será o grupo para mantê-la e lutar por ela”, Dulce Pandolfi.

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